Segunda-feira, 7 am acordo, chego em SP, 20 m atrasado para reunião, às 18:30 hs pego o avião para Londrina, 00:45 sinais de sono.
Terça-Feira, 6 am acordo, corro 10 km no parque de Londrina, chove no meio do caminho, trabalho até as 21 pm, 21 e 10 ligo meucompuatdor no quarto, 00:30 h
Quarta-feira, 7 am acordo, trabalho até às 18 e 30 hs, pego o vôo para Curitiba, a moça do guichê do aluguel de carro está mais do que lerda, tento não me estressar, chego no hotel, 5 m antes de começar a aula de inglês via skype, consigo sair 5 m antes do Subway fechar e como um lanche na cama do hotel, durmo com a TV ligada, de calça jeans e camisa.
Quinta-feira, trabalho até às 19:30 hs, entrego o carro, pego o avião para São Paulo, chego às 22:00 hs no aeroporto, não consegui reservar hotel na cidade, ainda preciso preparar a apresentação da reunião da manhã seguinte, durmo com meu lap top ligado no motel próximo do meu trabalho. Pelo menos os filmes pornôs eram de graça.
Sexta-feira, acordo às 7 am reunião até às 4 pm, saio e começo outra até às 6 pm, 49 m para sair de SP, chego na academia às 20:30... a tão esperada taça de vinho demora ainda mais 30 m para ser aberta!
Sábado, café às 11:30 hs na padaria, visita ao shopping para comprar presente de chá bar, almoço mais do que bom, corro 1h 30 na lagoa, enchemos a cara no chá bar, que de chá não tem nada.
Domingo, 9 am, acordo meio bêbado, compromisso marcado com os amigos, Free ride nos eucaplitos, demoro 2 descidas para tirar o alcóol do sangue, a adrenalina ajuda, a bike nova quebra, mas conseguimos fazer alguns saltos ainda... Almoço caprichado, sono.
Segunda,7 am, acordo, às 8 na aula de inglês, meu cérebro não funciona,sigo para Sorocaba, volto às 20 e 30 direto para a academia, jantar especial preparado, chego às 22:50, ainda abro o computador, 1:15 a insônia me ataca.
Terça, 6 am toca o despertador, 6 e 20 estou em pé, encho o tanque do carro, escuto a band news no caminho a SP, trabalho até às 18:45, o skype me dá um trabalho para conectar, 1 hora de aula de inglês, faço o caminho de volta inteiro trabalhando ao telefone, chego na academia às 22:00, saio às 22:59, o maldito do Temaki está fechado, cidade do interior, ok, tem que ser o Habibs... e cá estou eu voltando para o meu blog esquecido...
Esta semana ainda tem Ribeirão Preto e Londrina...
Com a pergunta na cabeça de como tornar a vida menos tediosa (para mim), amanhã parto para a Bolívia com o Gu e Bozza para tentar realizar umas das coisas que gostaria de fazer nesta vida antes de morrer > escalar uma montanha acima de 6.000 m de altitude.
Este projeto já começou há algum tempo, o treinamento com menos tempo do que um pulmão ex fumante precisava, e rolou alguns contra tempos com os equipamentos, mas acho que no final vai dar tudo certo, quando é planejado demais fica chato.
A idéia é chegar em La Paze já tentar aclimatar com os já 4.000 m de altitude que a cidade está situada, lá vamos alugar o restante dos equipamentos necessários para o alpinismo e partimos para o vale do Condoriri. A vontade é de chegar e continuar com a aclimatação fazendo alguns exercícios de trecking na montanha e resgate em caso de acidente > entonces iremos fazer o ataque do Tarija (5.240 m) e se tivermos em boas condições, continuar e subir o Pequeno Alpamayo (5.370 m) tudo no mesmo dia. Normalmete acorda-se às 3 horas da manhã e começa a subir às 4, retornando para o acampamento às 16:00 hs. Contratamos um bom guia local que irá nos levar e descer com segurança.
Faremos a via vermelha.
São uns 4 ou 5 dias sem tomar banho, somente com a roupa de frio, que tem 3 camadas > uma vez que dentro da barraca faz -5° e fora -15°...Então a idéia de tomar banho fica completamente de lado.
Depois deste treino, voltamos para a cidade, ficamos uma noite num hotel para recompor as energias e tomar um banho quente e no dia seguinte partimos para o Sajama (6.500 m) com a vontade de ficar um dia no acampamento base (4.600), depois seguir para o acampamento alto (5.700 m) e dormir lá... Acordar de madrugardae atacar o cume no dia que se segue.
Este é mais pedreira, o efeito da falta de oxigênio é bem maior e a montanha é mais ingrime (45°). Para ser ter uma idéia, leva 1 hora (ou até +) para fazer 100 m de caminhada.
Depoois voltamos para La Paz, tomaremos algumas cervejas e fazemos o Down Hill de la muerte para dar uma desestressada e voltarmos para labuta.
Pra quê fazer tudo isso?
Cara, a cerveja depois de um treco destes não tem preço ;~))
Segunda > acordo de madrugada, às 5 horas da manhã sem vontade de acordar, meu vôo sai as 6:30 hs, 30 m para tomar banho e acordar, 30 m para chegar no aeroporto, 30 m de antecedência para pegar o vôo de Curitiba. A moça faz de difícil para fazer o check in, mas escuto ele fazendo uma piadinha imcompreensível sobre o vôo. Desgraçada, ainda fica caçoando de mim pela minhas costas.
Chego na sala de embarque, pago R$ 12 por um café com leite e pão de queijo e escuto a mulher esguelando no alto falante dizendo que o aeroporto de Curitiba está fechado devido as condicões climáticas desfavoráveis. Agora havia entendido a piadinha infame da moça do ckek in. Espero ainda 3 horas e acabo desistindo de ir para Curitiba naquela segunda.
Terça > acordo às 6:30, para chegar em uma reunião em São Paulo às 9:00 hs, com duração prevista de 3 horas. Saio 7 horas em ponto, chego na reunião faltando 5 m antes dela começar, dá tempo ainda de tomar um café com leite e pão de queijo, pago R$ 4. Reunião em língua com biquinho, muita teoria, pouca ação, fim da reuinão às 19:27 hs, o ar condicionado não foi ligado, estava suando. Sou lembrando por mensagem que minha namorada está vindo para SP, pois vou trair um dos meus ideais, tentar ir num show sem ingressos comprados previamente, e tentar comprar com cambistas ingressos para o show do Roxette. Pagamos R$ 200 cada ingresso para aprender que devo MANTER os meus ideais, pois os ingressos eram falsos.
Quarta > enfim consigo vir para Curitiba, mesmo sabendo ser um risco viajar em véspera de feriado. Na hora de voltar para o aeroporto, é impossível achar um taxi nesta cidade paranaense, mesmo que tenha pedido com + de 1 hora de antecedência. Uma colega de trabalho de dispôe a me levar, nova na cidade, não conhece os melhores caminhos, pegamos um trânsito de SP mesmo estando em Curitiba, chego no aeroporto 5 m depois da partida do avião, o caos aéreo do Brasil não me ajudou neste dia, sou obrigado a pagar R$ 240 a mais para remarcar a passagem para o dia seguinte, além de encontrar um hotel nas proximidades do aeroporto.
Quinta > acordo 6:20 hs, visto a mesma roupa que já tinha utilizado no dia anterior, tomo o café da manhã, a moça da meteorologia diz que todos os aeroportos do Paraná estão funcionando perfeitamente,faço o check out e vou até o aeroporto, a minha resistência está + baixa devido aos excessos de treinos, o resfriado ataca. Faço o check in e me dirijo para a sala de embarque, assim que me sento, escuto uma voz + educada no alto falante dizendo que o aeroporto encontra-se fechado, que o avião que estava vindo de Campinas não conseguiu pousar e teve que voltar para Campinas e não tinha previsão de quando o vôo retornaria para Curitiba. 30 m depois o aeroporto está aberto, os vôos começam a chegar e sair normalmente, e meu vôo agora está previsto paras às 10:32 hs com 2 horas e meia de atraso.
Juro que estava pensando em saltar de paraquedas neste feriado, porém com estes acontecimentos vou ficar de boa em casa numa banheira de sal grosso.
Eita! Mas vamos lá! Daqui há 24 dias tem montanha, neve... e muito silêncio.
PROJETO DOE PALAVRAS O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto que se chama "DOE PALAVRAS". É fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho. Você acessa o site http://www.doepalavras.com.br/, escreve uma mensagem de otimismo, curta (como twitter) (53 caracteres no máximo) e ela aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento – na sala de quimioterapia. Podemos ajudar milhões de pessoas, enquanto elas passam pelo tratamento, com nossas mensagens! Essa ajuda acontece de muitas formas: apoio, reconforto, distração (ocupam o tempo que ali passam recebendo a quimio), reprogramação mental, otimismo, e muitas outras, algumas bem subliminares, mas muito efetiva. Dizem que é linda a reação de esperança e a fé dos pacientes. Participem, não apenas hoje, mas todos os dias. Deem um pouquinho das suas palavras e de seus pensamentos. Não custa quase nada (só um pouco de tempo) e pode realmente trazer grandes benefícios aos que sofrem dessa doença que tem tratamento de efeitos colaterais terríveis, e podem ou não promover a cura. Apoio e mensagens de otimismo são um tratamento delicioso sem efeitos colaterais negativos e ajudam muito na cura e/ou no processo de apoio – é uma carícia positiva. Então? Não economizem palavras: usem-nas nesse projeto maravilhoso!
Amigos, Minas Gerais, montanha, novos amigos, 25 km de trecking, cerveja, escalada, churrasco, risadas, 30 km de mountain bike, subida, adrenalina, descidas, 70 km de velocidade, chuva ... e a vida fazendo mais sentido !